Com juros altos no crédito, demanda por consórcio cresce

O consórcio tem atraído quem busca uma forma organizada e sem juros de tirar projetos do papel, possibilitando planejamento financeiro com previsibilidade
27/06/2025 às 13h00
 - Atualizado há 1 ano
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Com o aumento da taxa Selic para 15% ao ano e os financiamentos mais caros, o consórcio voltou ao centro das atenções dos brasileiros. Segundo a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), mais de 11 milhões de pessoas já participam de grupos ativos no país. Há um aumento na demanda pela modalidade, como alternativa segura e planejada para a conquista de bens móveis, imóveis e serviços, sem cobrança de juros.

Diferentemente dos financiamentos tradicionais, que envolvem juros elevados e comprometem o orçamento mensal, o consórcio permite que os participantes contribuam mensalmente em um sistema coletivo e transparente. Essa estrutura favorece tanto a disciplina financeira quanto o poder de compra planejado, com menor exposição ao risco. 

Para Anderlise Lorrana, especialista em negócios financeiros, o consórcio tem se mostrado uma resposta estratégica ao atual momento econômico. “É uma alternativa inteligente para quem deseja se organizar financeiramente e realizar planos, aumentando o patrimônio com segurança. Não se trata apenas de uma compra, mas de uma construção sólida ao longo do tempo”, destaca. 

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