São Paulo coloca em operação a primeira usina solar flutuante do Brasil

A primeira usina fotovoltaica do Brasil a utilizar a tecnologia de placas flexíveis e rígidas em sistema flutuante completou um mês em plena operação na cidade de Rosana, em São Paulo, com a geração de 101.522 quilowatt-hora (kWh). Essa energia é suficien
04/10/2016 às 00h00
 - Atualizado há 9 anos

A primeira usina fotovoltaica do Brasil a utilizar a tecnologia de placas flexíveis e rígidas em sistema flutuante completou um mês em plena operação na cidade de Rosana, em São Paulo, com a geração de 101.522 quilowatt-hora (kWh). Essa energia é suficiente para abastecer mais de 1.000 residências com consumo mensal de 100 quilowatt-hora (kW/h). A instalação de usinas solares em meio aquático representam um grande potencial para o Brasil e também podem ajudar comunidades ribeirinhas e isoladas a terem acesso a energia elétrica. “Nosso objetivo é testar essas tecnologias inovadoras para poder fornecer esse conhecimento para as empresas do setor instaladas no Estado e popularizar o uso das energias renováveis”, explica o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles. Este é o primeiro projeto de usina solar flutuante instalado em lago de usinas hidrelétricas no mundo, que permite aproveitar as subestações e as linhas de transmissão das hidrelétricas e a área sobre a lâmina d’água dos reservatórios. Projetos similares ainda estão sendo iniciados nas cidades de Balbina, no Amazonas, e em Sobradinho, na Bahia. O projeto, iniciado em maio de 2014, recebeu investimento de R$ 23 milhões da Cesp – Companhia Energética de São Paulo e consiste na instalação de duas plantas com painéis solares rígidos de 250 quilowatts (kW) em terra e 25 kW em sistema flutuante, e outras duas plantas com painéis solares flexíveis com 250 kW em terra e 25 kW em sistemas flutuantes.

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