Com Palmeiras na mão, Kleina se fortalece e faz centésimo jogo no clube

Neste domingo (30), Gilson Kleina faz o seu centésimo jogo como técnico do Palmeiras. Algo que por pouco se tornou impensável há um ano, quando ele viveu sua maior crise no clube: os 6 a 2 em Mirassol. A partida no dia 27 de março gerou uma forte turbulên
29/03/2014 às 00h00
 - Atualizado há 12 anos

Neste domingo (30), Gilson Kleina faz o seu centésimo jogo como técnico do Palmeiras. Algo que por pouco se tornou impensável há um ano, quando ele viveu sua maior crise no clube: os 6 a 2 em Mirassol.

A partida no dia 27 de março gerou uma forte turbulência e a diretoria precisou bancar sua permanência. Desde então, técnico e clube passaram por uma “revolução”.

A fase é outra. O time está bem e é um dos favoritos ao título paulista. Contra o Ituano, na semi do Estadual, o treinador fará sua principal partida pelo Alviverde, com a chance de recolocar o time na decisão do campeonato e fazê-lo voltar a vencer a competição desde 2008.

Com um novo elenco e mais respaldo interno (veja abaixo), o comandante tem o respeito dos jogadores. Após o desastre em Mirassol, já havia sido feito um pacto com Kleina, e no fim da Série B, quando criou-se a novela por sua renovação, os atletas fizeram coro pela sua permanência.

Acertada, segundo o seu capitão, Fernando Prass.

– Tem situações e entendimentos que só conseguem ser tomadas da melhor forma com o tempo e conhecimento de cada atleta. O Gilson conhece bem o clube e o grupo de jogadores. Por isso fica mais fácil para ele saber quem responde melhor em certo momento da partida – disse.

Na quinta, Kleina venceu o primeiro mata-mata pelo clube, e agora terá uma série de decisões – são três jogos até a final do Paulista, e na quarta decide a classificação na Copa do Brasil contra o Vilhena. A amizade do renovado Palmeiras pode ser o diferencial deste momento.

– Quando o Gilson ficou no Palmeiras, sempre foi se falado da continuidade. E a manutenção dos jogadores também foi importante para a sequência. Muitos times foram campeões sem amizade, mas se você conseguir, facilita. E nós conseguimos. Ajuda na hora de “dar a mão” na dificuldade – concluiu Fernando Prass.

Fonte: Lancenet

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