Programa inadequado para crianças

Pense e seja sincero: alguma vez você já flagrou suas crianças assistindo programas sem ser os que eles estão habituados a ver, como filmes, novelas ou até telejornais, mostrando-se superinteressados? Muitos pais e familiares devem estar aguardando o fim
31/01/2014 às 00h00
 - Atualizado há 12 anos

Pense e seja sincero: alguma vez você já flagrou suas crianças assistindo programas sem ser os que eles estão habituados a ver, como filmes, novelas ou até telejornais, mostrando-se superinteressados?

Muitos pais e familiares devem estar aguardando o fim da novela que está por acontecer na noite de hoje na televisão, mas para quem tem crianças é preciso refletir entre assistir o final esperado ou cuidar da criança, pois nem todos os programas da TV brasileira são adequados.

Os pais devem ficar atentos à programação / Foto: Reprodução

As crianças querem ver, participar daquilo que o adulto está fazendo, assim é essencial prestar atenção no que está acontecendo e como ela se comporta perante tais fatos apresentados, quais aspectos negativos isso traz para ela.

A personalidade de muitas crianças é influenciada pela mídia, que por sua vez reflete a realidade da sociedade. Pesquisas revelam que a TV é o principal veículo de entretenimento de muitas famílias e a maioria dos programas é voltada para conteúdo adulto.

Muitas vezes, para a criança distinguir o que é real, não é tarefa fácil, e isso acaba influenciando seu comportamento. Prova disso que, influenciado por violências e outras atitudes negativas, crianças se transformam em adultos de personalidade negativa e tem atitudes até mesmo de matar a outrem.

Uma dica é esclarecer a realidade para criança, distinguindo realidade do fantasioso, de modo que ela compreenda que certos tipos de programas, especialmente novelas, não são apropriados para idade e que existem outros que podem ser visto com horário e conteúdo adequado.

A dica é estimular brincadeiras próprias para idade, atividades escolares e, claro, assistir aos programas de televisão sem crianças por perto.

Por: Renata Comparini Fuzisawa

Psicóloga e Psicopedagoga.

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