
Buracos em rua do bairro Valim de Melo representam transtornos para população
Os moradores do bairro Valim de Melo, em Uberaba, já não sabem mais o que fazer com a quantidade de buracos na rua Yolanda Motta Leite que dificultam a passagem de veículos na região. No total, nove foram contabilizados pelo jornalismo do Portal Pop Mundi e Rádio Zebu FM.
Eles acumulam água, terra e sujeira. Segundo uma usuária do transporte coletivo, que preferiu não se identificar, é muito difícil esperar os ônibus no local. “Muitos carros passam exatamente em cima do buraco e jorram essa água imunda para cima da gente”, explica. Além disso, ela chama a atenção para a possibilidade da existência de focos do mosquito Aedes aegypti nos buracos. “Como a água fica acumulada nesse período de chuva, os buracos podem se transformar em criadouros do mosquito da dengue. Tenho muito medo de pegar a doença novamente, pois já fui picada pelo Aedes uma vez”, relata.
Para cumprir o itinerário, os ônibus descem a rua Célia M. Pinti e viram à esquerda para entrar na rua Yolanda Motta Leite e têm dificuldade para se aproximar do ponto. “Os ônibus têm que subir no passeio para não cair nos buracos. Além de ser uma bagunça, é muito perigoso porque corre o risco de atropelar alguém”, reclama um morador. “Os carros e as motocicletas que preferem não passar pelos buracos, têm que entrar na contramão e correr o rico de bater em outros veículos”, afirma.
De acordo com o motorista de ônibus de uma empresa de transporte coletivo da cidade, Jair Alves, de 71 anos, os buracos estão há mais de um mês no local. “Os motoristas têm que ter bastante cuidado para passar na rua. E como o risco de cair dentro do buraco é grande, eles têm que subir na calçada e continuar o trajeto até chegar no ponto. É um absurdo”, diz o motorista.
Em nota, assessoria de imprensa da Prefeitura de Uberaba garantiu que vai solucionar o problema. Segundo a divulgação, devido ao período de chuva a demanda de tapa buraco, em toda a cidade tem sido grande o que tem atrasado um pouco a programação, até mesmo porque em várias vias o asfalto tem mais de 15 anos e neste caso é necessário um recapeamento, que é um serviço mais demorado, com um custo diferenciado.
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Fotos: Isabel Minaré
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