Síndrome de Burnout, o nível máximo do estresse

O estresse é cada dia mais comum nos dias atuais. Vida corrida, obrigações que parecem nunca acabar e muitas vezes preocupação excessiva com o trabalho podem no entanto fazer com que esse mal tomem proporções grandiosas. Conhecida como a Síndrome de Burno
27/08/2013 às 00h00
 - Atualizado há 13 anos

O estresse é cada dia mais comum nos dias atuais. Vida corrida, obrigações que parecem nunca acabar e muitas vezes preocupação excessiva com o trabalho podem no entanto fazer com que esse mal tomem proporções grandiosas. Conhecida como a Síndrome de Burnout, a denominação máxima do estresse merece cuidados especiais por diversos motivos, especialmente por estar ligados à diversas outras doenças.

O nome já diz muito. Burnout era um termo usado na década de 1970 quando os atletas já não rendiam mais o que deveriam, e por isso essa palavra que significa “queimar a si próprio” (to burn out) era usada fazendo referência á massa muscular magra. Estudado ainda na mesma década por Herbert J. Freudenberg, um psicólogo alemão radicado nos EUA, os sintomas do estresse na vida dos trabalhadores que era cada vez mais comuns, também ganharam esse nome.

Comum em muitos estudos a síndrome ganhou diversas publicações ao longo dos tempos, e em uma das mais recentes publicadas pela International Stress Management Association do Brasil (ISMa-BR), cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros são vítimas da síndrome. A perda não é apenas para aquele que possui a síndrome, mas também para as empresas que perdem funcionários com bons rendimentos.

Apesar de poder existir em todos os campos profissionais, os campos mais comuns para esse tipo de mal são profissões em que existem contato direto com outras pessoas, seus problemas e aflições. São eles médicos e enfermeiros, seguidos de professores, psicólogos, assistentes sociais, policiais e bombeiros.

Para evitar que esses problemas aconteçam, o trabalho e as obrigações não devem ser a preocupação maior do indivíduo, que deve evitar levar trabalho para casa. Estreitamento de laços familiares com amigos e família e até mesmo a religião devem ser valorizados para evitar que esse nível de estresse seja alcançado. Pausas no trabalho, mesmo que para beber água ou fazer pequenos alongamentos são necessárias, bem como uma vida longe dos excessos alimentares ou bebidas.

No caso da existência do problema, o tratamento deve ser feito com o auxílio de um psicólogo que indicará ao paciente as medidas mais eficazes à serem tomadas nessa ocasião, que pode variar de pessoa para pessoas, já que as rotinas e as motivações que levam a esse tipo de problema são as mais diversas. Para evitar esse tipo de problema é essencial uma vida equilibrada.

– Fadiga, apatia e desânimo constantes, mesmo quando se está de folga ou em férias;- Irritabilidade, falta de concentração e baixo rendimento no trabalho;- Baixa autoestima, insônia, palpitações, dores de cabeça e desordens gastrointestinais;- Comportamento agressivo com os colegas de trabalho;- Relacionamento cada vez mais distante com amigos e familiares;- Uso de medicamentos ou bebidas alcoólicas para relaxar;- Sensação de estar sobrecarregado(a) de trabalho o tempo todo;- Vida sexual insatisfatória;- Falta de perspectivas em relação ao futuro e sensação de que o trabalho não é recompensado como deveria.

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