Bicampeão Djalma Santos ganhará memorial em Uberaba, Minas Gerais

Foto: Estadão O Ministério do Esporte se comprometeu em apoiar a construção do Memorial Djalma Santos em Uberaba (MG), onde ele residia antes de morrer no mês passado. Em reunião nesta semana em Brasília foi apresentado o projeto, que custará R$ 6 milhõe
09/08/2013 às 00h00
 - Atualizado há 13 anos

Foto: Estadão

O Ministério do Esporte se comprometeu em apoiar a construção do Memorial Djalma Santos em Uberaba (MG), onde ele residia antes de morrer no mês passado. Em reunião nesta semana em Brasília foi apresentado o projeto, que custará R$ 6 milhões e ficará onde Djalma atuou e ensinava crianças através do projeto “Bem de Rua Bom de Bola”. O local terá mostras fotográficas e os troféus do lateral-direito, além de outros objetos.

A instalação do memorial foi tema de audiência entre o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e o prefeito uberabense Paulo Piau, além de outras autoridades. O projeto foi desenvolvido pela Fundação Cultural de Uberaba e busca preservar a memória do jogador que fez história no futebol mundial. Sumayra Oliveira, presidente da fundação, disse que o ministro aprovou a ideia e prometeu apoiar sua realização, informação confirmada pela assessoria do Ministério.

“Pretendemos prestar esta homenagem ao Djalma. Será um espaço fundamental para preservar sua memória e, claro, a do futebol brasileiro”, afirmou Sumayra. A obra ainda não tem data prevista para começar, mas um novo encontro já está sendo agendado para acelerar os trâmites e acertar os detalhes. Hoje os objetos do ex-atleta encontram-se na residência onde morava, no Conjunto Cássio Rezende.

HISTÓRIABicampeão mundial de futebol, Djalma Santos morreu no dia 23 de julho deste ano. Considerado um dos maiores jogadores da história, ele conquistou as Copas de 1958 e 1962 pela seleção brasileira. Ele vivia em Uberaba há 35 anos e, segundo o prefeito Paulo Piau, o memorial preservará a sua história. “Esse material é muito importante também para a história do esporte e do país”, finalizou.

Fonte: Estadão

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