Lojistas de Franca cobram igualdade nas condições com “forasteiros”

Vários lojistas e funcionários do comércio estiveram na Câmara Municipal de Franca, protestando contra a Feira da Madrugada na tarde desta terça-feira. Eles cobraram dos vereadores adequação e regularização de futuros eventos, como feiras itinerantes. Lev
30/07/2013 às 00h00
 - Atualizado há 13 anos

Vários lojistas e funcionários do comércio estiveram na Câmara Municipal de Franca, protestando contra a Feira da Madrugada na tarde desta terça-feira. Eles cobraram dos vereadores adequação e regularização de futuros eventos, como feiras itinerantes. Levantamento feito pela ACIF, mostra que a última edição da Feira da Madrugada teve um faturamento de R$ 1 milhão, e o município deixou de arrecadar com impostos aproximadamente R$ 100 mil.

Para o diretor da Associação do Comércio e Indústria de Franca, Paulo Zamikhowsky, ninguém quer acabar com as feiras, os empresários locais defendem a livre concorrência, mais querem tratamento igual. “Todos querem igualdade de condições, que os feirantes paguem os mesmos tributos cobrados para qualquer comerciante em Franca, o que não é pouco”, disse Paulo.

Segundo o vendedor Ronei de Faria, a preocupação é com as futuras quedas de faturamento do empresário francano, o que pode proporcionar a dispensa de empregados num futuro próximo. “Eu dependo do meu emprego para sustentar a minha esposa e dois filhos, se as vendas caírem posso ficar sem trabalho” disse o vendedor de eletrodomésticos. “O dinheiro de Franca tem que ficar aqui, para girar o comércio local”, acrescentou Ronei.

Uma reunião entre, comerciantes, funcionários do setor e vereadores para estudar a criação de um projeto de lei, foi definida para sexta-feira (01), às 9h, na Câmara Municipal.

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