Exame obrigatório de Medicina reprova mais de 54% dos candidatos

Foto: Stock O exame obrigatório para recém-graduados em Medicina causou polêmica ao ser defendido pelo presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Renato Azevedo Júnior, em uma audiência que aconteceu na semana passada,
21/05/2013 às 00h00
 - Atualizado há 13 anos

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O exame obrigatório para recém-graduados em Medicina causou polêmica ao ser defendido pelo presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Renato Azevedo Júnior, em uma audiência que aconteceu na semana passada, dia 16 de maio, em Brasília, na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 650/07, que determina a realização de um exame destinado aos formandos do curso de medicina, tem o condão de avaliar a capacitação dos novos profissionais recém-formados, a fim de ”zelar a saúde, salvar e guardar o bem precioso que é a vida humana”. O exame realizado pelos conselhos regionais de Medicina é requisito para adquirir o registro profissional.

Em 2005, o exame era opcional, mas no ano passado ele passou a ser obrigatório. Mais de 54% dos avaliados foram reprovados. “Na área de clínica médica, metade das questões não foram respondidas corretamente ao longo dos anos. Temos convicção de que quem não acerta 60% da prova tem graves problemas na sua formação”, segundo o presidente do conselho Azevedo Júnior.

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