Trabalho temporário se consolida como porta de entrada para refugiados no mercado brasileiro

Modalidade facilita a contratação formal e contribui para a reconstrução da vida de milhares de pessoas.
19/06/2026 às 16h25
 - Atualizado há 1 mês
Trabalho

Com mais de 977 mil pessoas em situação de proteção internacional vivendo no Brasil, o trabalho temporário tem se destacado como uma alternativa para a inserção de refugiados no mercado formal.

De acordo com a Associação Brasileira do Trabalho Temporário, a modalidade garante direitos trabalhistas e oferece oportunidades para profissionais qualificados que buscam reconstruir a vida no país.

Atualmente, refugiados reconhecidos possuem CPF, documentos de identificação e autorização para trabalhar regularmente no Brasil.

Segundo a entidade, além de promover inclusão social, a contratação desse público também ajuda a suprir a falta de mão de obra em diversos setores da economia.

Levantamento do Fórum Empresas com Refugiados aponta que venezuelanos, haitianos, angolanos e cubanos estão entre as nacionalidades mais presentes nas contratações realizadas pelas empresas participantes.

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