
Trabalho temporário se consolida como porta de entrada para refugiados no mercado brasileiro

Com mais de 977 mil pessoas em situação de proteção internacional vivendo no Brasil, o trabalho temporário tem se destacado como uma alternativa para a inserção de refugiados no mercado formal.
De acordo com a Associação Brasileira do Trabalho Temporário, a modalidade garante direitos trabalhistas e oferece oportunidades para profissionais qualificados que buscam reconstruir a vida no país.
Atualmente, refugiados reconhecidos possuem CPF, documentos de identificação e autorização para trabalhar regularmente no Brasil.
Segundo a entidade, além de promover inclusão social, a contratação desse público também ajuda a suprir a falta de mão de obra em diversos setores da economia.
Levantamento do Fórum Empresas com Refugiados aponta que venezuelanos, haitianos, angolanos e cubanos estão entre as nacionalidades mais presentes nas contratações realizadas pelas empresas participantes.
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