
Time paulista supera rival mineiro e levanta quinta taça nacional

O Osasco São Cristóvão Saúde é o novo campeão da Copa Brasil Feminina de Vôlei. A equipe venceu o Gerdau Minas por 3 sets a 1, com parciais de 25×23, 26×28, 25×20 e 25×17, na decisão disputada no Ginásio do Moringão, em Londrina (PR).
Com o resultado, o time paulista chega ao quinto título da competição e se isola como o maior campeão do torneio, deixando para trás o Sesc Flamengo, que soma quatro conquistas. O Minas aparece na sequência, com três troféus.
A oposta Bianca Cugno foi o grande nome da final, anotando 23 pontos e liderando o desempenho ofensivo do Osasco. Pelo lado mineiro, Hilary Johnson e Glaice Kelly marcaram 16 pontos cada. Tiffany ficou com o Troféu Viva Vôlei.
A decisão foi marcada pelo equilíbrio e por trocas intensas de pontos. No entanto, no quarto set, o Osasco mostrou superioridade. Após início equilibrado, a equipe se impôs, abriu vantagem e fechou a partida com segurança, confirmando o segundo título na temporada, o primeiro havia sido a Supercopa do Brasil, conquistada diante do Sesi Vôlei Bauru.
Já o Minas amarga sua primeira derrota em final na temporada 2025/2026. A equipe havia levantado anteriormente os títulos da Copa Brasília e do Campeonato Mineiro.
Crescimento que conta história
Enquanto o voleibol brasileiro celebra mais uma decisão nacional, os números também ajudam a contar outra trajetória de transformação: a de Uberaba, que completa 206 anos com 337.836 habitantes, segundo o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Em 150 anos desde o primeiro recenseamento nacional, realizado em 1872, o município saiu de um núcleo interiorano do período imperial para se tornar um dos principais polos econômicos do interior mineiro. Em 1940, quando começou a série histórica oficial do IBGE, eram 58.165 moradores. Hoje, a população é quase seis vezes maior.
A transformação não foi apenas demográfica. O perfil econômico mudou, com predominância do setor de serviços no Produto Interno Bruto, seguido pela indústria, enquanto a agropecuária, historicamente marcante, passou a ter participação proporcional menor.
Os dados mostram que, seja nas quadras ou fora delas, o Brasil segue registrando capítulos de crescimento, disputa e consolidação de protagonismo, no esporte e na história de seus municípios.
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