Anvisa proíbe venda de medicamentos irregulares e recolhe lote falsificado de toxina botulínica

Produtos sem registro, fabricados por empresas não autorizadas ou falsificados foram retirados do mercado.
21/07/2025 às 13h49
 - Atualizado há 1 ano
Fachada do prédio da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), com uma grande placa branca exibindo o logotipo da instituição — formado por elementos gráficos verdes, amarelos e pretos ao lado do nome “ANVISA”. O edifício tem parede de tijolos à vista, janelas envidraçadas e cobertura metálica em estilo ondulado. Na frente do prédio, há uma grade de proteção preta.

A Anvisa determinou o recolhimento de diversos produtos que estavam sendo vendidos irregularmente no Brasil. Foram proibidos os medicamentos Colágeno + Vitamina C, L-Treonato de Magnésio, Espinheira Santa e o popular Xarope da Vovó Isabel, este último, inclusive, sem fabricante identificado. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União da última sexta-feira,18.

Segundo a Resolução 2.703, o Xarope da Vovó Isabel e o Xarope da Vovó são produtos “fabricados por empresa desconhecida” e não têm “registro, notificação ou cadastro na Anvisa”. O mesmo ocorre com os suplementos Colágeno + Vitamina C, L-Treonato de Magnésio e Espinheira Santa, produzidos pelo Grupo Nutra Nutri Ltda, que “não possui autorização de funcionamento”.

A agência também determinou o recolhimento do lote L42158 do insumo farmacêutico Dysport® (Toxina Botulínica A, 150 U), que, segundo a empresa Beaufour Ipsen Farmacêutica Ltda, não reconhece o lote como original, se tratando, portanto, de falsificação.

Outro item retirado de circulação é o ingrediente alimentar Curcumyn Long, que, conforme a Resolução 2.705, não atende às especificações referenciadas na legislação quanto à forma de obtenção. As ações foram assinadas pelo gerente-geral de Inspeção e Fiscalização da Anvisa, Marcus Aurélio Miranda de Araújo.

Fonte: Agência Brasil

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