Filho e sobrinho são presos suspeitos de matar motorista de aplicativo em Ribeirão Preto

Corpo de Amanda de Paiva e Silva foi encontrado no porta-malas do próprio carro
01/04/2025 às 13h10
 - Atualizado há 1 ano
No lado esquerdo, há uma fotografia de uma mulher de cabelos castanhos e lisos, pele clara e expressão neutra. No lado direito, há a imagem de um carro preto, modelo Chevrolet, estacionado à noite em uma via com vegetação ao fundo. As placas do veículo estão borradas.
📸 Reprodução/Redes Sociais

A motorista de aplicativo Amanda de Paiva e Silva, de 45 anos, foi encontrada morta no porta-malas do próprio carro na madrugada de 20 de março, em Ribeirão Preto. O filho e o sobrinho da vítima, Gabriel Felipe de Paiva Medeiros e Matheus Vital de Medeiros, foram presos temporariamente por suspeita de envolvimento no crime. A Polícia Civil ainda não detalhou a participação de cada um no caso.

O corpo de Amanda foi localizado por policiais militares por volta das 3h30, na Avenida Eduardo Andrea Matarazzo (Via Norte), na zona Norte da cidade. O veículo chamou a atenção dos agentes, que, ao se aproximarem, encontraram a vítima seminua, enrolada em um lençol e com ferimentos na cabeça.

A imagem mostra um carro preto da marca Chevrolet estacionado à noite em uma via, com vegetação ao fundo. A placa do veículo está borrada para preservação de informações. O local está iluminado artificialmente, e algumas pessoas podem ser vistas refletidas no para-brisa do carro.
📸 Reprodução/Redes Sociais

Segundo as investigações, Amanda teria sido agredida com um pedaço de madeira com pregos, objeto apreendido no carro. A motorista, que também realizava entregas, havia sido vista pela última vez na noite de 19 de março. Conforme relato do filho, agora suspeito, a mãe saiu de casa informando que encontraria o ex-companheiro.

Os mandados de busca e apreensão contra Gabriel e Matheus foram cumpridos pela polícia, que apreendeu quatro celulares e um aparelho de armazenamento de imagens de câmeras de segurança. O ex-companheiro da vítima chegou a prestar depoimento, mas foi liberado e não é considerado investigado.

A motivação do crime ainda é desconhecida, e o caso segue sendo investigado pela Polícia Civil como homicídio.

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