Cachorra agredida pelo tutor em Ipuã morre após cinco dias internada

Animal foi brutalmente espancado e encontrado em um saco com ferimentos graves. Tutor está preso preventivamente
04/04/2025 às 17h43
 - Atualizado há 1 ano
Uma imagem mostra um cão magro e marrom em um ambiente fechado. A composição da imagem é simples e focada no cão. O cão está no centro da imagem, e o fundo é desfocado, com foco apenas no cão. O cão parece estar em um abrigo ou em uma área semelhante. O cão é o único sujeito na imagem. Ele é de cor marrom escura e parece magro. A expressão do cão é neutra, sem sinais de alegria ou tristeza. O cão está de pé e olhando para a frente. O meio técnico da imagem parece ser uma fotografia. A qualidade da imagem é baixa, e há alguns detalhes de pixels e ruído visíveis. O estilo da imagem é simples e direto, sem nenhum efeito especial ou tratamento de imagem. O ambiente parece ser um abrigo ou um local semelhante. O chão é de cor marrom-terra e o fundo é uma parede de cor verde escura. A luz na imagem parece ser fraca e difusa, com pouca sombra visível. A atmosfera da imagem é neutra, sem nenhum humor específico.
📸 Cássio Freires

A cachorra Kira, agredida brutalmente a pauladas pelo próprio tutor em Ipuã, morreu na tarde desta sexta-feira, 4, cinco dias após ser internada em uma clínica veterinária em Ribeirão Preto. O caso, que gerou revolta na cidade, levou à prisão do agressor, identificado como Luiz Manoel de Jesus Sousa.

O crime ocorreu no domingo, 30, no bairro Campuã, em Ipuã. Segundo informações da Polícia Militar, uma vizinha denunciou o caso após ouvir os gritos do animal e indicar a residência do tutor. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram a cachorra em um saco, gravemente ferida e sangrando. Luiz Manoel confessou as agressões sendo preso em flagrante.

Durante depoimento à polícia, ele alegou estar embriagado e justificou a violência dizendo que o animal teria danificado a porta de sua casa. Kira foi resgatada pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Ipuã e encaminhada a Ribeirão Preto devido à gravidade dos ferimentos, mas não resistiu.

Na segunda-feira, 31, a Justiça converteu a prisão em flagrante do agressor para prisão preventiva. O caso está sendo investigado e pode resultar em penalidades severas para o tutor, que responderá por maus-tratos contra animais, crime que pode levar a penas de até cinco anos de reclusão.

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