“Acho que nem Deus perdoaria” diz filha de mulher morta pelo ex-marido

Criminoso será levado a júri popular, confira a reportagem especial do Pop Mundi; VEJA!
22/02/2018 às 07h22
 - Atualizado há 8 anos

Uma família que espera por justiça. Essa é a esperança dos filhos e da mãe da sapateira, Cristiane Aparecida Rodrigues, de 39 anos , que foi assassinada em julho de 2016.

O autor, Fabiano Luis do Eterno, 40 anos, o ex-marido da mulher que não queria pagar a pensão alimentícia de um dos filhos do casal.

“A crueldade que ele fez acho que nem Deus perdoaria” desabafou Laís Rodrigues ao falar do crime cometido pelo próprio pai.

O crime que chocou a cidade aconteceu durante o dia, Cristiane foi esfaqueada pelo ex-marido no meio da rua assim que saiu da fábrica de calçados onde trabalhava na Vila Aparecida. A vítima caminhou por dois quarteirões entre as ruas Goiás e Espírito Santo, foi seguida pelo agressor que após discussão golpeou a mulher pelas costas sem que ela tivesse chance de reação.

Cristiane foi assassinada com golpes de faca / Foto: Reprodução

“Eu cheguei desesperada, a gente não estava esperando. Ela era uma pessoa muito amada por todos, fiquei muito chocada, abalada mesmo” disse a irmã da vítima, Viviane Rodrigues.

O sapateiro estará sentado no banco dos réus nesta quinta-feira (22) onde vai a júri popular no Fórum de Franca. Fabiano foi preso horas depois do homicídio e confessou o crime.

Na época, Cristiane, deixou três filhos, sendo o mais novo com apenas 1 ano e 6 meses de idade. O assassinato mudou completamente a vida dos parentes que até hoje ainda sofre com a ausência de uma mulher que era a base da família.

“Eu acho que ele estragou a vida não só da minha família, estragou da família dele, estragou da outra família que ele arrumou. Faz muita falta minha filha” emocionada lamentou a mãe da vítima, Marli Rodrigues.

Os detalhes você confere na reportagem especial feita peloportal Pop Mundi e Rádio Imperadorcom repórter Marcos de Paula.

VEJA:

O julgamento será presidido pelo juiz José Rodrigues Arimatéia e a acusação será feita pelo promotor público, Odilon Comodaro.

O inicio está previsto para às 9h.

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