Instituto Butantan inicia pesquisa para descobrir remédios contra o zika vírus

No estudo, a célula humana é infectada com a doença por 72 horas, que é exposta à ação dos medicamentos para determinar a capacidade de impedir a infecção. O levantamento realizado no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, utilizou um vírus i
10/11/2016 às 00h00
 - Atualizado há 9 anos

No estudo, a célula humana é infectada com a doença por 72 horas, que é exposta à ação dos medicamentos para determinar a capacidade de impedir a infecção.

O levantamento realizado no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, utilizou um vírus isolado na região de Recife, associado à epidemia de microcefalia, para saber o funcionamento dos remédios no organismo.

Dos compostos descobertos, o que apresentou melhor atividade sobre o zika foi o antitérmico palonosetron, geralmente usado no tratamento de náusea induzida por quimioterapia

O grupo trabalha há 10 anos com essa tecnologia aplicada à descoberta de fármacos para doenças tropicais e é um dos líderes mundiais nesse tipo de aplicação.

Segundo os especialistas, este processo favorece a descoberta de medicamentos que tenham atividade contra o problema.

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