“Vou “brigar” com fé, força e vontade”, diz candidata Maria Luisa, que defende os animais

Sabatinada por jornalistas do Portal Pop Mundi, a candidata do PEN (Partido Ecológico Nacional), Maria Luisa  - da ONG Cão que Mia, falou sobre projetos para o setor cultural, habitação popular, além dos trabalhos necessários voltados aos direitos dos ani
08/09/2014 às 00h00
 - Atualizado há 12 anos

Sabatinada por jornalistas do Portal Pop Mundi, a candidata do PEN (Partido Ecológico Nacional), Maria Luisa – da ONG Cão que Mia, falou sobre projetos para o setor cultural, habitação popular, além dos trabalhos necessários voltados aos direitos dos animais, principal bandeira da candidata.

Maria Luisa também falou recursos para Saúde, e também para os hospitais Alan Kardec e Santa Casa.

Pop Mundi:Quais são suas propostas para a área cultural?

Maria Luisa:Cultura está ligada a educação logicamente. Os jovens não sabem o que é cultura, não sabem procurar, eles não têm noção de nada, eles não sabem ler escrever, não tem acesso a nada, você não consegue chegar nada de cultura a eles.

Pop Mundi:Quais são seus projetos para a habitação popular?

Maria Luisa:O Estado de São Paulo é um Estado rico e tem obrigação ajudar essas pessoas de baixa renda a ter um teto. Através da CDHU pretendo arrumar verbas, fazer o Estado se mexer para conseguir suprir essa defasagem de casas.

“Nós somos tratadas como bandidas”, disse a candidata Maria Luisa (PEN) / Foto: Thiago Garcia

Pop Mundi:A senhora defende os animais, quais são os projetos para o seguimento?

Maria Luisa:Em primeiro lugar nos precisamos de verbas para castração. A Prefeitura de Franca castra 150 animais por mês, para suprir esse atraso nós precisamos de 1.200 castrações por mês. Outra opção seria um hospital veterinário público, ou de baixo custo para a população. Vou “brigar” com fé, força e vontade. Também precisamos de uma lei para amparar as pessoas que trabalham neste seguimento, porque ao longo dos anos nos somos tratadas como bandidas, nós fazemos serviço de saúde pública. Quem trabalha neste segmento tem que ser tratada como agente público voluntário. Aqui em Franca nós temos mais de 3 mil animais recolhidos. Vamos brincar, ficar revoltados e soltar todos esses animais aqui na praça, que tal? Se antigamente tinha a “carrocinha” e dinheiro para os animais serem eutanasiados porque não tinha dinheiro para castração?.

Pop Mundi:Você defende uma lei mais rígida para as pessoas que maltratam os animais?

Maria Luisa:A lei já existe, o que precisa é ser colocada em prática. Muitas vezes as pessoas fazem denúncias, mas ninguém não leva a sério. Não tem bombeiro para tirar o cachorro de dentro do córrego, não tem polícia para fazer o boletim de ocorrência. Quantas e quantas vezes entrei em uma delegacia e não consegui fazer o boletim de ocorrência, é complicado, isso precisa ser revisto.

Pop Mundi:O Hospital Alan Kardec vive uma crise, como resolver esse problema?

Maria Luisa:Recursos. O Hospital Alan Kardec é uma das poucas instituições que fazem esse tipo de trabalho. O Estado de São Paulo tem recursos.

Pop Mundi:Como resolver os problemas financeiros da Santa Casa?

Maria Luisa:Recursos também. Não é bom para o governo fechar a Santa Casa, quem vai atender a região?

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