Polícia identifica suspeito de matar segurança em Orlândia

O suspeito de assassinar o segurança Celso Gonçalves de Aguiar, de 37 anos, já foi identificado pela Polícia Civil de Orlândia. O crime aconteceu na madrugada de domingo (07) depois de um desentendimento com três rapazes na saída de um clube, onde acont
09/07/2013 às 00h00
 - Atualizado há 13 anos

O suspeito de assassinar o segurança Celso Gonçalves de Aguiar, de 37 anos, já foi identificado pela Polícia Civil de Orlândia. O crime aconteceu na madrugada de domingo (07) depois de um desentendimento com três rapazes na saída de um clube, onde acontecia uma festa, dentro de uma cooperativa agrícola. O segurança foi baleado na cabeça e no abdômen. Ele foi socorrido ao hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos. O enterro foi no domingo.Segundo uma testemunha, que estava com a vítima no momento do crime, a confusão começou depois que os três rapazes, que já haviam entrado na festa, tentaram sair do clube para ir até o carro no estacionamento. Como a saída de apenas um deles foi autorizada, eles começaram a discutir com a equipe de segurança. Celso foi agredido com um soco.”O Celso imobilizou um deles e disse estar trabalhando e não queria confusão. Depois disso, um deles avisou que iria até o carro buscar o que o Celso merecia e que voltaria para matá-lo. Só que ninguém imaginou que fosse verdade. Foi quando ele voltou e deu vários tiros a queima rouba contra o meu amigo”, contou o segurança que não quer ser identificado.Os suspeitos fugiram em um carro após o crime.De acordo com o delegado Paulo Sérgio Françolin Júnior, o autor dos disparos já foi identificado e deve responder por homicídio qualificado. A motivação do crime está sendo investigada. Se for provado que as pessoas que acompanhavam o suspeito tiveram algum tipo de envolvimento, elas também poderão responder por homicídio.Segundo o irmão da vítima, Fernando Gonçalves de Aguiar, Celso trabalhava há cinco anos como segurança e não tinha por hábito utilizar armas e colete a prova de balas. A família espera por justiça.”Meu irmão era um homem trabalhador, pai de família com quatro filhos. Eu não quero que meu irmão vire apenas estatística, espero uma resposta das autoridades e que os culpados sejam punidos”, concluiu o irmão.

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