
Manifestantes fazem panfletagem contra a São José e confirmam protesto nesta quinta
Manifestante distribui panfletos contra acordo entre Prefeitura e São José. Foto: Portal Pop Mundi / Brenda PimentelPor não concordar com o acordo realizado entre a Prefeitura e a Empresa São José – que apresenta mudanças nas cláusulas do contrato de licitação do transporte público – manifestantes estiveram na tarde desta quarta-feira (10), no terminal rodoviário Ayrton Senna distribuindo panfletos à população sobre possíveis irregularidades no contrato. Entre as reivindicações dos manifestantes estão a colocação de novos ônibus, micro-ônibus e vans adaptadas exigidas no contrato anterior, além de linhas inter-bairros, previstas para o final deste ano.Para Carlos Amorim, um dos representantes do movimento “Vem Pra Rua Franca”, a intenção da panfletagem é alertar os usuários do transporte coletivo da cidade sobre a atual condição do serviço prestado pela São José. “Existe uma série de coisas que estão erradas e que podem e devem ser questionadas, e principalmente cobrar daqueles que elegemos nas eleições passada”, disse o professor.Amorim ainda confirmou a reportagem do Portal Pop Mundi, que uma manifestação vai ocorrer na cidade nesta quinta-feira (11), com início às 17h, na Praça Nossa Senhora da Conceição, e deve ganhar as principais ruas e avenidas da cidade.”Amanhã teremos uma grande passeata e devemos percorrer vários pontos para mostrar a população que as coisas não devem ser assim, que o preço da passagem não precisa ser esse, e acima de tudo, que Franca está na contramão do restante do país”, conclui Amorim.”Congelada” em R$ 2,80, pelo prefeito Alexandre Ferreira (PSDB), o valor da passagem do transporte público está causando revolta entre os usuários, que além do preço, reclamam da falta de estrutura, e abusos dos motoristas e cobradores durante a prestação do serviço. Segundo Maria Aparecida, que utiliza o transporte “os ônibus já vem lotados, parecem até “sardinhas”, além de não respeitarem a gente e os motoristas abusam da velocidade. Já chegaram até derrubar trabalhadores”, reclamou a aposentada.
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