
Uso de telas para crianças pode limitar desenvolvimento

Crianças que ficam “presas” as telas de celulares podem ter o seu desenvolvimento comprometido.
Mais do que um comportamento adotado pelos pais em permitir ou não o uso de celulares durante a infância de seus filhos, restringir as telas pode ser a única solução para não prejudicar o desempenho de tarefas que envolvem memória e atenção.
Além disso, estudos de especialistas apontam que o uso de telas piora a capacidade de regular comportamentos e emoções. Mesmo que seja difícil erradicar os dispositivos eletrônicos da rotina, o uso deve ser minimizado. Bebês com menos de dois anos não deveriam ter acesso a eles.
Entre dois e cinco anos, o tempo máximo de telas deve ser uma hora por dia, segundo a recomendação da Academia Americana de Pediatria. Isso porque os jogos de videogame, por exemplo, estimulam aspectos de recompensa rápida ativando centros cerebrais relacionados à impulsividade e à dificuldade do controle inibitório.
Até os cinco anos, o cérebro se desenvolve rapidamente, com grande proliferação dos neurônios e conexões entre eles, formando a base para o funcionamento cerebral durante a vida. Após essa idade, cai a velocidade com que as conexões são feitas.
Foto:Reprodução
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