Funcionários de hospital aprendem como a alegria pode ajudar pacientes

Palhaços mostram como a alegria pode ajudar no atendimento aos pacientes Os funcionários da Santa Casa de Franca participaram nesta semana da "Humoterapia" atividade feita pelo Grupo de Trabalho de Humanização em parceria com o Senac Franca.  A apresenta
27/08/2016 às 00h00
 - Atualizado há 10 anos

Palhaços mostram como a alegria pode ajudar no atendimento aos pacientes

Os funcionários da Santa Casa de Franca participaram nesta semana da “Humoterapia” atividade feita pelo Grupo de Trabalho de Humanização em parceria com o Senac Franca.

A apresentação ficou por conta dos palhaços “Pardal” e “Felizbino Tchelon” que são interpretados porMarcelo Oliveira Barros (docente da área de Gestão de Negócios do Senac) e Luís Fernando Amaral (Agente Administrativo de Secretaria Escolar do Senac), fundadores do grupo Humanoterapeutas – que se inspiraram no doutor Patch Adams –o famoso médico norte-americano, conhecido por sua metodologia inusitada no tratamento de enfermos e interpretado pelo ator Robin Williams, no filme “O Amor é Contagioso”.

Marcelo Barros, na persona de Felizbino Tchelon, falou sobre a importância da conduta, que é o que realmente “nos faz humanos – ou desumanos; enfatizando que é necessário nos encontrarmos com nossa criança interior, para agirmos com mais espontaneidade em relação aos acontecimentos cotidianos, sem nos importarmos tanto com a imagem que as outras pessoas farão de nós” concluiu.

Na sequencia, o palhaço Pardal, interpretado por Luís Fernando, realizou dinâmicas que levaram os participantes a refletirem sobre a importância da comunicação entre as pessoas, através do olhar, da atenção, do ato de parar para ouvir e interpretar o que o outro tem a dizer, criando desta forma uma conexão forte e real com quem você está atendendo.

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