
Sem alvará, sede da Francana segue interditada
Os problemas na Francana não estão apenas na crise do clube que às vésperas de iniciar a disputa da terceira divisão do futebol paulista corre contra o tempo para montar um elencou ou nas dívidas que ultrapassam os R$ 12 milhões. Como não bastassem todos esses obstáculos, a sede da Veterana segue interditada pela Prefeitura por falta de alvará de funcionamento.
Segundo o presidente do clube, Fahim Youssef Issa Neto, durante a apresentação do treinador Zé Humberto, na última quinta-feira (26), o motivo seria a ausência de equipamentos de segurança obrigatórios para a licença dos bombeiros. “Eles exigem a instalação de quatro hidrantes. Então desse jeito só se for para apagar fogo no campo e nas piscinas, estamos tentando quebrar isso”, ironizou o presidente.
O presidente ainda ressaltou que não há previsão para a solução do problema. “Estamos correndo para colocar os equipamentos apenas no salão, pois o restante não tem perigo nenhum, afinal não dá 700 metros onde ficam os jogadores e o salão embaixo, então vamos tentar fazer via hidrantes ou extintores nesse espaço.”, ressaltou Fahim.
Fotos: Thiago Garcia / Pop Mundi
Mas não é só a falta de equipamentos que assustam na sede esmeraldina, na Rua Simão Caleiro, na área central da cidade. Para quem chega ao espaço é possível logo na entrada, encontrar vidraças quebradas, além da sujeira nas piscinas que estão sem uso devido a interdição.
O treinador Zé Humberto, recém contratado deve visitar nesta sexta-feira (27) a sede do clube, e se dor de cabeça era apenas para montar o time que vai disputar a Série A-3 deve aumentar diante do cenário até a estreia da Feiticeira em casa no dia 02 de fevereiro diante da Independente de Limeira, no Lanchão.
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