Padrasto nega envolvimento no homicídio de Joaquim

Longo foi prestar depoimento sobre a morte do menino / Foto: EPTV Na tarde desta quarta-feira (13), o padrasto de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, Guilherme Longo, principal suspeito da morte do enteado, deu depoimento à Polícia Civil, no qual negou qua
13/11/2013 às 00h00
 - Atualizado há 12 anos

Longo foi prestar depoimento sobre a morte do menino / Foto: EPTV

Na tarde desta quarta-feira (13), o padrasto de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, Guilherme Longo, principal suspeito da morte do enteado, deu depoimento à Polícia Civil, no qual negou qualquer envolvimento no crime.

Segundo seu advogado, Antônio Carlos Oliveira, será pedida a revogação da prisão, já que a decisão cabe à juíza responsável pelo caso, e não ao juiz temporário que pediu a detenção. Longo está preso desde domingo (10), quando foi encontrado o corpo do menino.

O padrasto afirmou, segundo o advogado, que semanas antes do desaparecimento de Joaquim havia aplicado 30 doses de insulina em si mesmo, ao invés de duas como havia dito anteriormente à Natália.

Sobre a morte de Joaquim, Oliveira diz não ter conhecimento do que pode ter acontecido. “O que tem é que ele saiu de casa para buscar droga e deixou a porta aberta, trancando o portão. Quando ele voltou, o menino não estava mais”, afirmou. Contudo, essa não foi a versão apresentada na primeira conversa com a polícia.

O depoimento de Longo aconteceu na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão Preto. O padrasto de Joaquim chegou ao prédio por volta das 12h, em um carro comum, para não chamar a atenção das pessoas que esperavam por ele do lado de fora. Ele deixou o local por volta das 19h, em uma viatura policial.

A mãe de Joaquim, Natália Ponte, também é suspeita do crime. Natália está presa na Cadeia Feminina de Franca (SP).

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