
Como identificar e tratar a bulimia
Foto: folhadoes.com.br
Quando se fala em bulimia, vem a mente uma pessoa extremamente magra. Engana-se quem pensa deste modo. Pessoas vítimas deste transtorno alimentar não se encaixam nesta posição. Elas geralmente se enquadram dentro dos aspectos físicos normais ou podem apresentar um ligeiro sobrepeso.
Mas o que é bulimia?Como citamos, é um transtorno, no qual a pessoa possui uma compulsão alimentar e ingere grande quantidade de alimentos de maneira excessiva. Depois, devido à “culpa”, tenta eliminar o que excedeu, induzindo vômitos e/ou fazendo o uso de laxantes. Isso tudo para impedir o ganho de peso. Geralmente a bulimia ou bulimia nervosa, como também é conhecida, afeta mais a classe feminina e se manifesta inicialmente na fase da adolescência ou juventude.
Segundo informações, sua causa agrega vários fatores: genéticos, psicológicos, sociais, familiares, dentre outros, que podem desencadear uma insatisfação com o próprio corpo. O paciente, neste caso, não quer engordar, apenas manter seu peso e, por isso, vive numa ciranda para controlar o impulso de comer exagerado.
Na maioria dos casos, pode-se observar, que as pessoas convivem com problemas de auto-estima e sentimentos de inferioridade.
SintomasAlém do impulso na ingestão de alimentos, o bulímico pode apresentar diversos sintomas:
- Cansaço
- Desidratação
- Ressecamento de pele
- Irregularidade ou perda de menstruação (no caso das mulheres)
- Oscilações de humor
- Depressão
- Dores de garganta
- Dores de estômago
- Câimbras
Sinais que a pessoa tem bulimia
- Ela evita comer perto de pessoas
- Logo após se alimentar, se dirige ao banheiro
- Come em excesso e não ganha peso
- Facilidade de vomitar
- Desgastes dos dentes (ao induzir o vômito, a pessoa elimina ácidos do trato digestivo, que provocam uma erosão dentária)
- Faz uso de laxantes ou remédios diuréticos com frequência
- Tem uma preocupação excessiva com suposto ganho de peso
- Cansaço excessivo
- Começa a se isolar do convívio social
Tratamento
O transtorno é curável e envolve principalmente acompanhamento terapêutico e reuniões em grupo, em que as pessoas dividem o dilema. Caso tenha desencadeado um processo de depressão ou ansiedade excessiva, é utilizado medicamentos antidepressivos. Se o caso for extremo, é aconselhável uma internação imediata.
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