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RJ e SP monitoram passageiros de voos com casos de varíola dos macacos

Redação Pop Mundi 19/06/2022 09:39

Rio de Janeiro e São Paulo têm monitorado o estado de saúde dos passageiros que estavam em voos nos quais foram identificados casos de varíola dos macacos. O procedimento tem sido feito pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, segundo as assessorias de imprensa dos órgãos.

O Brasil já registrou sete casos da doença. O último deles foi confirmado pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (17).

Dos sete casos confirmados no país, quatro são de São Paulo, dois do Rio Grande do Sul e um do Rio de Janeiro. Outros nove casos estão sendo investigados. O primeiro caso do Brasil foi registrado em 8 de junho.

Na capital fluminense, a Secretaria Municipal de Saúde diz que está iniciando um levantamento dos passageiros que estavam no mesmo voo do paciente com caso confirmado de varíola dos macacos. Os dados dos viajantes foram fornecidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O primeiro caso de varíola dos macacos no Rio foi confirmado na terça (14). É um homem de 38 anos, morador de Londres, que chegou ao Brasil em 11 de junho e procurou atendimento no Instituto Evandro Chagas no dia seguinte ao desembarqu

Atualmente, já existem cinco pessoas sendo monitoradas pelas autoridades de saúde do Rio por terem tido contato próximo com ele. É observado se elas desenvolvem sintomas da doença –caso venham a ter, serão feitos testes para diagnóstico. No entanto, todos esses cinco não são passageiros do avião, afirmam as secretarias.

Segundo a pasta municipal, ainda não foram definidos os procedimentos de monitoramento que devem ser seguidos para os passageiros.

Já em São Paulo, a Secretaria Estadual de Saúde diz que entrou em contato com todos os passageiros dos voos que tiveram casos confirmados. Assim como ocorreu no Rio de Janeiro, os dados dos passageiros foram passados pela Anvisa.

A agência de vigilância sanitária, por sua vez, explica que é sua atribuição levantar informações em portos e aeroportos, tanto para monkeypox (nome em inglês da varíola dos macacos) quanto para outras doenças. A Anvisa afirma que repassa as informações dos passageiros e tripulações para autoridades de saúde do país, como as secretarias locais, e essas definem como realizar o acompanhamento dessas pessoas.

e. As amostras foram analisadas pelo Instituto Carlos Chagas Filho, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

A secretaria municipal também conta com a colaboração da pasta estadual de saúde do Rio de Janeiro para realizar o monitoramento de pessoas que tiveram contato com o paciente.

*Informações Folha

 

Foto: Reprodução


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